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6 de Janeiro: Dia de Astrólogos e de Reis

  • Lilian Barros
  • 6 de jan. de 2019
  • 2 min de leitura

Atualizado: 6 de jan. de 2020


Assim como tantos outros simbolismos cristãos herdados de culturas antigas, a data que marcou a chegada dos Reis Magos à manjedoura de Jesus foi considerada recentemente como o Dia do Astrólogo. O autor da ideia genial foi o astrólogo búlgaro Boris Cristoff.

Há textos antigos que se referem a eles como sendo doze, e não apenas três, que seguiam uma Estrela ou uma conjunção planetária. Contudo, são unânimes em afirmar que eram astrólogos magis (magos), seguidores da religião chamada Zoroastrismo e vindos da Pérsia.

Não sabemos ao certo se eram apenas Gaspar, Melquior e Baltazar, mas que tinham o título de Reis por serem detentores do conhecimento Astrológico e Mágico. Viviam para servir ao Rei e, com isso, acabavam obtendo importância e privilégios similares aos dele.

A distância entre a Pérsia e a Palestina era imensa e pelos meios de locomoção da época, a viagem teria durado muitos meses. E como não era nada comum que fossem ter com outros povos e religiões, entendo que não o fariam se não tivessem uma boa motivação para isso. E que motivo os levaria a seguir a Estrela de Belém, a conjunção tripla entre os planetas Júpiter, Vênus e Saturno, juntamente com a Estrela Regulus (hipótese mais provável), senão para comprovarem que alguém especial estaria prestes a nascer...de novo? Alguém de quem já possuíam o registro celeste há anos ou século, e que tinha seu novo nascimento anunciado por uma Carta Celeste similar e peculiar? Os magos profetas eram astrólogos experientes e deveriam se utilizar dos mapas celestes para identificar as reencarnações dos seus Zoroastros mais ilustres, assim como fazem os astrólogos tibetanos em busca dos Dalai Lamas reencarnados, tradição esta que perdura até hoje.

Uma das evidências disso seriam os presentes que levaram para Jesus, uma prova do reconhecimento de suas funções como Zoroastro em vida passada: Ouro (função régia), Incenso (sacerdotal) e Mirra (profética). Apenas aqueles que atingiam a posicao suprema de Zoroastro (mais alto posto sacerdotal do Zoroastrismo) recebiam tais presentes.

Interessante notar que assim como Zoroastro, que compilou todo o conhecimento mágico das ilhas Atlântida e Lemúria e promoveu uma reforma religiosa na Pérsia, assim também Jesus tentou reformar o judaísmo fazendo uso da antiga gnose grega.

Vocês nunca se perguntaram de que forma Cristo previu a Queda do Templo de Salomão, cerca de 200 anos de ocorrer? Era um profeta, sem dúvida alguma, que pode ter bebido na fonte da Astrologia persa entre seus 13 e 30 anos, período em que a Bíblia não narra nenhum fato da sua vida.

O que restou dessa sabedoria milenar é algo muito belo e precioso, que deve ser levado à sério pelos praticantes da Astrologia nos dias de hoje: a função de orientar a criança que existe em cada um de nós, a seguir sua "Estrela"! Afinal, como diziam os sábios Hermes e Jesus: "Assim como é em cima, é embaixo...", e “Assim na terra, como nos céus...”.

Que a Sabedoria antiga dos Magos seja a nossa Estrela- guia em 2020!!! Astróloga Lilian Barros


 
 
 

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