A Grande Conjunção: uma análise de Astrologia Mundial para o Brasil
- Lilian Barros

- 19 de mar. de 2020
- 2 min de leitura
Atualizado: 29 de mar. de 2020

Desde 2017 tenho falado sobre o momento astrológico que estamos vivendo agora. Minha primeira publicação citando a Grande Conjunção, foi no momento em que Saturno entrou no signo onde a mesma ocorreria (Capricórnio), o que se deu em 20/12/17. Desde lá, venho alertando contra o fato de que o mundo não seria mais o mesmo, pois os trânsitos de planetas lentos trazem profundas mudanças sociais e coletivas.
Traduzindo do Astrologuês, Saturno domiciliado em Capricórnio evidenciou aspectos desse signo, dentre eles o fato de que os Governos e seus governantes se encontram nesse “olho do furacão” das mudanças. Graças ao planeta dos anéis, há uma tendência de que o conservadorismo e as hierarquias ainda terão a preferência dos votos no próximo ano. E como o Brasil tem uma ligação muito forte com modelo político mais tradicional de Saturno, podemos adiantar que os partidos de esquerda não terão vez agora, mesmo que houvesse impeachment! Saturno rege os idosos, já que é o Senhor do Tempo, de tudo o que é antigo e tradicional. Não é de se espantar que nesse momento a crescente população de aposentados venha preocupando tanto os economistas dos governos mundo afora. Vejam o caso da Itália que, desde 2018, buscava formas de aumentar sua população produtiva para dar conta da folha de previdência. Por isso, aceitou mão de obra vinda de refugiados, o que parece não ter sido suficiente. Interessante ver que foi exatamente lá que o Coronavírus teve forte incidência sobre a população de idosos. Esse ainda não é o caso do Brasil, que possui uma população bastante jovem e produtiva, felizmente!
A conjunção também envolve Marte, Júpiter e Plutão, esse último participando pela primeira vez de uma conjunção como essa, já que foi descoberto apenas em 1930. Júpiter e Plutão farão 3 conjunções entre abril e novembro/20, o que denota que as expectativas da sociedade sofrerão profundas mudanças nesse período, com problemas persistentes na política e no comércio de petróleo, nióbio, ferro, entre outros. As novas regras do comércio civil já estão se mostrando como deverão ser: ao invés de todos irem até as lojas físicas, sujeitando-se aos riscos de “contaminação”, as lojas farão entregas à domicílio. Assim, economiza-se o combustível que se tornará cada vez mais escasso.
Quem entra por último na Grande Conjunção é Marte, o grande “detonador” de tudo o que já estamos ensaiando nesses últimos meses. Junto com ele, o Sol entra no signo do qual é regente (Áries), iniciando assim o Ano Novo Astrológico. E Marte tem relação direta com ações defensivas e agressivas, guerras ou guerrilhas, infecções e epidemias, conflitos, atentados e intervenção militar. Dispensa maiores explicações, não?

Como podem notar no mapa do Brasil acima, a Grande Conjunção (sinalizada pela seta) acontecerá sobre a casa 12, aonde todas essas ações marcianas resultarão em: traições ocorrendo dentro do governo advindas de inimigos ocultos, bem como problemas penitenciários, hospitalares e geriátricos.
Serão tempos difíceis, não há como negar, mas com uma boa dose de fé teremos nosso bom e alegre país pacífico de volta.
Fiquem ligados pois em breve, falarei mais sobre a ação da Grande Conjunção para os 12 signos nesse Ano Novo.
Boa semana a todos!
Astróloga Lilian Barros





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